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Papel vale a pena imprimir?

Por Luciana Porfírio
Site Revista Publish

Se você pensa que ao imprimir está derrubando uma árvore, leia esta matéria e descubra que, no Brasil, todo papel virgem provém de reflorestamento

A frase “Antes de imprimir, pense na sua responsabilidade com o meio ambiente” tornou-se comum em e-mails depois que dados alarmantes sobre desmatamento, poluição e o aquecimento do planeta chegaram até os ouvidos da população. Entidades ligadas à preservação da natureza iniciaram campanhas pelo consumo consciente de água, energia elétrica e, sobretudo, papel, o que levou muitas pessoas a pensar que seria ele o responsável pelo desmatamento. O que pouca gente sabe é que no Brasil todo o papel virgem é originário de áreas de reflorestamento, ou seja, de árvores plantadas somente para esse fim, em terras originalmente degradadas por madeireiras e pecuária, esta última, a verdadeira vilã.

“É impossível fazer papel com árvores de floresta nativa”, afirma o agrônomo Nelson Barbosa Leite, sócio-fundador da Teca Consultoria e Empreendimentos Florestais. Segundo o especialista, para se produzir grandes volumes de celulose, a qualidade da matéria-prima, aliada ao preço, é muito importante. E isso só é possível de se alcançar por meio de florestas plantadas e renováveis de eucalipto e pinus. Segundo estimativa da empresa, as florestas plantadas são cerca de 30 vezes mais produtivas do que as nativas, ou seja, um hectare de floresta plantada de eucalipto produz a mesma quantidade de madeira que 30 hectares de florestas tropicais nativas.

Por causa desse mal-entendido, companhias têm direcionado suas campanhas de marketing para a internet, o que tem feito cair a produção de materiais impressos. “Algumas empresas deixaram de fazer cartão desde o ano passado”, diz a diretora da Origami Arquitetura de Papéis, Bassy Machado. Especializada em cartões tridimensionais com dobradura, a Origami teve de investir, no Natal do ano passado, em produtos com papel reciclado como forma de atrair o consumidor. “O reciclado se implantou na cabeça do consumidor de uma forma politicamente correta, mas se o produtor tem certificação ambiental isso já demonstra que ele está preocupado com a sustentabilidade”, diz a diretora. Tanto isso é verdade, que até a indústria de cosméticos Natura deixou de imprimir a sua revista em papel reciclado, substituindo-o por papel couché com certificação ambiental.

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