Funcionamento do Italk Pro no Ipod Classic

Italk Pro

Comprei um Ipod Classic e para gravação o Italk Pro, no começo tive alguns problemas mas foi resolvido com a update para versão 1.03 do Ipod.
É um bom acessório para gravação, mas se você quer algo só para esta finalidade este par não é a melhor opção.

Eu precisava de uma entrada Line In o Italk tem a tal entrada por isto foi o escolhido, a minha intenção era gravar eventos direto da mesa de som, mas preferi continuar gravando com o notebook através do SondForge 9 a qualidade e muito melhor, a qualidade do Italk para este fim não é tão ruim, o que incomoda um pouco é um baixo chiado no decorrer da gravação.
Usar sempre o ganho do microfone na opção Low ou High e nunca em automatic, pois a qualidade da gravação piora muito com esta opção ativada.

Memória Markvision no Imac

imac

Pessoal comprei um Imac Core 2 Duo 2.0 a máquina é perfeita linda e muito rápida estou super feliz com meu primeiro MAC, valeu a pena esperar tanto. Estava a um mês fazendo cotação de memória DDR 2 para colocar na nova máquina resolvi fazer um teste com a Markvision que estava com um preço bem acessível e para minha felicidade e surpresa esta funcionando perfeitamente, já faz uma semana que estou testando com um pente de 2 gb somente e nenhum problema semana que vem pretendo comprar mais um pente de 2 gb para ver se dará tudo certo, se tiver algum problema comunico.

Os diferentes tipos de conexão à Internet

Fonte: PC WORLD, WIKIPÉDIA

Linha discada: Conexão por linha discada ou dial-up, é um tipo de acesso à Internet no qual uma pessoa usa um modem e uma linha telefônica convencional para acessar a rede mundial de computadores. Este tipo de conexão está caindo em desuso por ser lenta (não passa de 56 kbs, no máximo) e também devido à popularização dos serviços de acesso em banda larga, que oferecem mais velocidade de transferência de dados.

Além da baixa velocidade, a conexão discada não é estável e mantém ocupada a linha telefônica quando se está conecta; ou seja, não é possível falar pelo telefone ao mesmo tempo em que se navega pela web. Dependendo do horário em que o acesso é feito, os gastos com a conta telefônica podem ser altos.

Por outro lado, basta uma linha telefônica disponível e um PC com modem para que a web esteja disponível. É claro que você precisa de um provedor de acesso, que podem cobrar ou não pelo serviço. No caso do acesso pago, são oferecidos diversos tipos de planos, com limites de horas de utilização, volume de dados ou acesso ilimitado. A qualidade e estabilidade dos provedores que oferecem serviço de acesso gratuito pode ser menor do que aquela cobrada.

xDSL: Esse tipo de acesso é fornecido por meio da rede de telefonia convencional mas é diferente do acesso discado. Em primeiro lugar, mesmo que o usuário esteja conectado e navegando pela web, a linha telefônica estará desocupada e pode ser usada livremente para chamadas de voz.

Isso é possível porque um modem xDSL que deve ser instalado converte as informações em um sinal elétrico que trafega em uma freqüência diferente daquela que é utilizada para a voz. Ou seja, um sinal não interfere no outro. É necessário, também, que o PC tenha uma placa de rede Ethernet instalada.

O serviço xDSL também exige a contratação de um provedor de acesso web, já que a concessionária telefônica – por lei – não pode ser o provedor. Cada concessionária, dependendo da infra-estrutura que tiver instalada, pode oferecer diversas velocidades de acesso. No ADSL, por exemplo, a velocidade varia de 256 kbps a 8 mbps; o ADSL2 ou ADSL2+ vai 256 kbps até 24 Mbps; já o VDSL pode chegar a 52 Mbps e o VDSL2 até 100 Mbps. Apesar da popularidade desse tipo de acesso, ele não está disponível em todos os lugares.

O serviço xDSL tem uma característica importante: o compartilhamento da infra-estrutura. Por conta disso, se muito usuários estiverem usando o serviço em determinada região, ao mesmo tempo, a velocidade de acesso será mais baixa do que aquela que foi contratada. Por conta disso, as concessionárias deixam claro no contrato de serviço que garantem apenas 10% da velocidade nominal contratada.

Além disso, a conexão DSL é uma conexão chamada “assimétrica”. Ela oferece velocidade de download maior que a de upload, daí essa assimetria.

Cabo: A conexão via cabo utiliza a mesma infra-estrutura (cabo) do serviço de TV por assinatura, por onde trafegam, ao mesmo tempo, tanto o serviço de televisão quanto os dados de internet. Por isso, a oferta deste tipo de acesso está restrita às regiões onde também existe o serviço de TV paga via cabo.

Tal acesso exige um cable modem e um PC com placa ethernet. Um aparelho chamado splitter separa o sinal de TV dos dados da web, e o cable modem permite o acesso de seu PC à rede mundial. Uma das vantagens desse tipo de serviço é que a conexão com a web está permanentemente ativa; basta ligar o computador e sair navegando.

Wireless/Rádio
Utiliza ondas de Rádio-freqüência para transmitir os dados. Há duas tecnologias em uso no Brasil, sendo bastante comum confundi-las.

Roteador Wireless.
Radio MMDS WLAN – tecnologia que está se espalhando pelo interior do Brasil, devido ao baixo custo de manutenção e boas taxas de preço e velocidade. Consiste em distribuir o sinal da Internet captado por uma linha E1 utilizando antenas e o distribuindo através de POPs (Point of Presence) espalhados pela cidade, formando uma grande rede de usuários. É muito comum haver grupos de assinantes – condomínios por exemplo – que juntos custeam e dividem o custo de todo o equipamento necessário para levar o sinal até suas residências, tornando o preço individual ainda mais baixo. A velocidade de acesso corresponde à contratada pelo assinante com o provedor.

Wireless WiFi
Tecnologia promissora também chamada de Wi-Fi, consiste em jogar um sinal de rede numa determinada área para que assinantes com modems e adequados em seus computadores captem o sinal e acessem a Internet sem usar um fio sequer. Todos os laptops fabricados a partir de 2003 já vem preparados para este tipo de acesso, bem como todos os modelos de Macintosh. Os pontos que disponibilizam o sinal são chamados Hotspots – há cerca de 200 deles no Brasil, alguns públicos (Cafés, Aeroportos) e outros privados. A velocidade varia de 256 Kbps até 10 Mbps. Pela simplicidade e praticidade há quem diga que essa tecnologia irá substituir todas as outras no futuro.
VHF – há pesquisas na Austrália que utilizam a tecnologia VHF para transmitir os dados.

Satélite
Usada em menor escala por empresas e instituições financeiras, esta tecnologia utiliza satélites de comunicação para transmitir o sinal diretamente aos computadores que os captam através de antenas parabólicas comuns e receptores. A grande vantagem é que pode-se estabelecer conexão em qualquer parte do país, até mesmo em áreas remotas. A velocidade depende do satélite envolvido e do serviço. No Brasil, a Embratel oferece o serviço pela Star One – bidirecional completo – tanto para usuários residenciais como corporativos. Nos anos 90, a DIRECTV tentou emplacar um serviço desse tipo a consumidores residenciais nos EUA, mas não obteve sucesso, principalmente pela banda de transmissão ser unidirecional – era capaz de apenas receber informações, sendo necessário um modem simples para a transmissão.

Energia elétrica
Ainda no campo da pesquisa por mais de oito anos nos EUA, consiste em transmitir os sinais de Internet através da rede elétrica. Nunca foi implantada comercialmente e um dos seus maiores problemas é que quanto maior a distância da casa do usuário aos servidores do provedor, pior fica a recepção e a velocidade. Atualmente vem sendo testada no Brasil nos estados de São Paulo , Paraná e Minas Gerais (pela Eletropaulo , Copel e CEMIG, respectivamente).

O grande problema, na verdade, são os transformadores. O sinal até poderia ser transmitido a longas distâncias, porém os dados se perdem quando chegam aos transformadores. O caso mais próximo do sucesso deu-se na Alemanha, onde os transformadores não ficam nos postes, mas nas próprias residências. Porém, o sucesso não foi absoluto, devido à dificuldade de lidar com a alta tensão encontrada antes dos transformadores.

O PLC (Power Line Communication – ou internet via rede elétrica) começa a dar seus primeiros passos para chegar ao mercado no Brasil. A Copel (Companhia Paranaense de Energia) inaugurou um projeto piloto oferecendo conexão à internet pela rede elétrica em banda ultralarga, com 300 clientes com velocidade de 100 Mbps para cada um. A informação é de Orlando Cesar, consultor de telecom da empresa.

Setor Gráfico apresenta crescimento em 2007

Fonte: DTP

Segundo dados anunciados pelo Departamento de Estudos Econômicos (Decon) da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), a indústria gráfica nacional deverá encerrar o exercício de 2007 com crescimento próximo a 4,5%. No acumulado dos últimos 12 meses (out/2006 a set/2007), a receita de vendas do setor atingiu R$ 16,95 bilhões (US$ 9,58 bi).

A maior novidade ficou por conta da retomada dos investimentos. De janeiro a setembro de 2007, as importações de máquinas e equipamentos totalizaram US$ 1,05 bilhão, 150% acima dos US$ 419 milhões gastos no mesmo período de 2006. Os segmentos de impressão e flexografia somaram, respectivamente, US$ 445 milhões e US$ 233 milhões. “Um resultado semelhante só foi alcançado em 1997, quando os investimentos chegaram a US$ 1,4 bilhão. E poderemos alcançar este número até o final do ano”, destaca Mário César de Camargo, presidente da Abigraf Nacional.

O ano também foi positivo em relação ao mercado de trabalho. De janeiro a outubro foram criados 7.056 novos postos. Desta forma, o setor deve encerrar o ano com o contingente de aproximadamente 197.500 pessoas empregadas em 19.550 empresas. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 3,2%.
Se por um lado, a valorização do real frente ao dólar permitiu a expansão dos investimentos, por outro, derrubou as exportações, prejudicando a balança comercial. Depois de atingir excelente resultado em 2006, com saldo positivo de US$ 64,46 milhões (contra US$ 4,23 milhões negativos em 2005), o setor gráfico registrou déficit em sua balança da ordem de US$ 10,21milhões no período de janeiro a outubro de 2007. Tal resultado foi causado pelo aumento de 47% nas importações de produtos gráficos, totalizando US$ 247,36 milhões. Enquanto isso, as exportações no período analisado cresceram apenas 1%, somando US$ 237,15 milhões.

Um ponto positivo foi a grande venda de embalagens ao mercado externo, que atingiu US$ 72,93 milhões no acumulado janeiro/outubro de 2007, superando as vendas de cadernos que totalizaram US$ 62,00 milhões no período em questão.

Com relação às importações, o segmento de livros foi o que mais contribuiu para o desempenho negativo da balança. No período analisado as compras externas do produto somaram US$ 103,29 milhões. Isso equivale a 42% de todas as importações do setor.
Para este ano, a expectativa do setor é a de dar continuidade no crescimento, com previsão de crescimento na ordem de 4% a 5,5% em 2008.

Inf.: www.abigraf.org.br